OBRA LITERÁRIA*


Rubens C. Romanelli

1970

Do Professor e sua Missão. Oração de Paraninfo dos licenciados pela Faculdade de Filosofia da UFMG. Belo Horizonte, Edições Síntese, 1958, 19 p.

Do Morfema Indo-Europeu "n" em Latim. Tese de concurso. Contribuição ao estudo da Lexiogenia Latina. Belo Horizonte, Imprensa da UFMG, 1963, 463 p.

Os Prefixos Latinos. Da composição nominal e verbal em seus aspectos fonéticos, morfológicos e semânticos. Belo Horizonte, Imprensa da UFMG, 1964, 135 p.

O Primado do Espírito. Ensaios de Ética para a Valorização Espiritual do Homem. Belo Horizonte, Imprensa da UFMG, 3a. edição, 1965, 200 p.

O Supletivismo Indo-Europeu na Morfologia Latina. Tese de concurso para Professor Titular de Letras Clássicas da Faculdade de Letras da UFMG. Belo Horizonte, Imprensa Universitária, 1975, 272 p.

A Morte Térmica do Universo (I-VIII). Estudo crítico da generalização ao Universo do 2° Princípio da Termodinâmica. Publicação seriada no semanário Síntese. Belo Horizonte, janeiro a agosto de 1940.

A Expansão do Universo e sua Significação Cosmogônica (I-VIII). Contribuição ao estudo da gênese, estrutura e evolução do Universo. Publicação seriada no suplemento dominical do diário "Folha de Minas". Belo Horizonte, agosto a outubro de 1946.

O Fim do Mundo (I-VIII). Análise de oito hipóteses diferentes acerca das causas mais prováveis da extinção da vida na Terra. Publicação seriada na revista Era Uma Vez. Belo Horizonte, novembro de 1945 a outubro de 1946.

O Vocabulário Indo-Europeu e seu Desenvolvimento Semântico (I-XX). A História das Idéias através da História das Palavras, em 30 línguas da família Indo-Européia, na revista Kriterion, Belo Horizonte, Imprensa da UFMG, perfazendo um total de 661 páginas tamanho meio-ofício, contendo 240 verbetes. Publicação iniciada em 1954 e interrompida em 1965.

Uma Visão Teofânica do Universo. Separata n° 15 da Revista da UFMG. Belo Horizonte, dezembro de 1965, 15 p. (110-24). Oração de Paraninfo pronunciada na solenidade de colação de grau da turma de Licenciados da Faculdade de Filosofia da UFMG, no dia 19/12/65, no Teatro Francisco Nunes, Belo Horizonte. Uma revisão de conjunto da compreensão da realidade. Compreensão aliada à ação construtiva que principia pela transformação de nós mesmos, exerce-se e se expande, em perfeita harmonia com a ação das leis da vida, qual positivo fator na dinâmica da evolução.

Breve Diálogo sobre Educação. Artigo publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, 30/11/1966. Este artigo foi dedicado à jovem educadora Otaíza Bueno de Oliveira. "Educação, como formação, não passa muitas vezes de instrução, quando não de deformação. Em seu mais profundo significado, a educação não se reduz a uma questão de formar (dar forma), ou informar (introduzir na forma), ou conformar (ajustar a uma forma), ou reformar (refazer a forma), ou transformar (passar de uma a outra forma), mas, se me permite o neologismo, a uma questão de eformar (fazer sair da forma), porque educar é libertar da escravidão das formas, é revelar o conteúdo íntimo da vida, descobrir a realidade subjacente em nós, atualizar, enfim, as infinitas potencialidades do ser!"

A Proeza da Apolo XI. Artigo publicado no suplemento especial do "Diário da Tarde". Belo Horizonte, julho de 1969. O Vespertino mineiro resolveu, por ocasião do lançamento da nave espacial Apolo XI, em viagem à Lua, colher a respeito do acontecimento, o depoimento de três intelectuais mineiros, representantes das três correntes religiosas dominantes no País: um católico, um protestante e um espírita. Rubens Costa Romanelli é escolhido para opinar em nome do Espiritismo. À época, era Presidente do Conselho de Extensão da UFMG, Membro da Sociedade Mineira de Astronomia, escritor, conferencista e militante espírita de primeira linha.

"A Grande Síntese". Comentários sobre a obra filosófica de Pietro Ubaldi. Folheto publicado pelo "Centro de Pensamento Pietro Ubaldi" de Brasília - Distrito Federal.

Os Sinônimos da Reencarnação. Publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, julho e agosto de 1969. Mais uma vez, ainda, a palavra com Rubens Costa Romanelli: "Dentre os sinônimos que nos propusemos estudar aqui, a palavra reencarnação é o de emprego mais recente e o de uso mais corrente nas modernas línguas ocidentais. A despeito da dupla vantagem de traduzir perfeitamente a idéia de retorno do espírito à vida terrena, mediante renascimento em novo corpo, e de excluir a idéia de regresso às formas animais, tem esse sinônimo o inconveniente de portar um sentido demasiado sensório e de limitar o fenômeno do renascimento ao mundo material ou, mais precisamente, ao corpo carnal. Ora, é forçoso admitir que, ultrapassados, por evolução, os limites da vida física, não fique definitivamente encerrado o ciclo dos renascimentos. O processo deve prosseguir em outros níveis do ser, mediante a retomada de corpos cada vez mais sutis, que por seu alto teor dinâmico, já nada mais lembrem do corpo carnal."

Palingênese e Filogênese (I-II). Artigo publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, 31/08/69. Estudo acerca do atual panorama biológico da Terra, resultado de um formidável impulso, que começou no seio tépido dos mares primitivos, com a gênese dos primeiros compostos albuminóides, e veio culminar no homem.

Os Nomes de Deus no Indo-Europeu e no Semítico. Separata n° 18 da Revista da UFMG. Belo Horizonte, dezembro 1968/1969, 11 p. (141-51). Tal "estudo aspira a ser uma breve história da idéia de Deus... constitui muito menos uma tese de História do que de Lingüística. Escrevêmo-la, é verdade, com o escopo de traçar a idéia de Deus, mas, em vez de estudar essa idéia, pesquisando-a na evolução do pensamento religioso dos povos, propusêmo-nos estudá-la, pesquisando-a na evolução de sentido das palavras designativas da divindade, nas línguas que integram as duas mais importantes famílias lingüísticas do mundo - a família indo-européia e a semítica. É nestas, indiscutivelmente, que a idéia de Deus se revela mais evoluída ou, se o preferirem, mais despojada de elementos antropomórficos."

O Ser e o Devir (I-III). Publicados no "Mundo Espírita", Curitiba, 31/01/70, 31/03/70 e 30/04/70. "Potencialmente, todo ser é infinito e eterno ou, em outros termos, todo ser é, em essência, o próprio Absoluto. Naturalmente, isso não significa que haja tantos absolutos quantos os seres, o que seria absurdo, senão que, em última análise, não há mais que um Ser - o Absoluto, o Supremo, o Uno, enfim, Deus - em função do qual existimos e evolvemos. Fora desse Ser, considerado em sua natureza íntima e profunda, tudo é fenômeno, tudo é devir, tudo é um fluxo perpétuo. A própria pessoa é um fenômeno. Com efeito, o que há de verdadeiramente real em cada um de nós é absolutamente impessoal, ou, antes, esse Impessoal é o único Ser real existente e subjacente neste Universo evolvente."

Livre Arbítrio e Determinismo (I-II). Publicados no "Mundo Espírita", Curitiba, 31/05/70 e 30/06/70. "... o ato de o ser afastar-se do uso correto de sua liberdade é, em última análise, um ato de ele afastar-se de si mesmo. Ora, se, como temos afirmado, a Lei é inseparável do ser e se, à medida que evolve, ele se integra nela, a ponto de tornar-se ela mesma, podemos então concluir que o ato supremo e último de liberdade é o ato de o ser integrar-se plenamente em si mesmo. Daí por diante, já não terá sentido falar-se em livre arbítrio e em determininsmo, porquanto já não haverá oposição entre o eu e o não-eu."

Evolução e Educação (I-II). Publicados no "Mundo Espírita", Curitiba, 31/07/70 e 31/08/70. "Desde a antigüidade clássica, quando se fundaram os primeiros estabelecimentos de ensino, até nossos dias, a escola permaneceu inteiramente divorciada da vida. Foi sem dúvida, um grande mal, talvez, entre tantos outros, o que mais contribuiu, se não direta, pelo menos indiretamente, para retardar o desenvolvimento da civilização, nestes dois últimos milênios. O mal, de tão velho, tornou-se crônico, em que pese o fato de ter sido diagnosticado precocemente. Já em pleno fastígio da civilização romana, Sêneca o denunciava nesta famosa sentença, com a qual ele criticava a orientação pedagógica então vigente nas escolas de Roma, como nas de Atenas: Non vitae, sed scholae discimus, isto é, "aprendemos, não para a vida, mas para a escola".

Da Filosofia da Morte à Filosofia da Vida (I-III). Ensaio de uma Teoria da Imortalidade. Publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, 31/01/72, 29/02/72 e 31/03/72. "Dentre os problemas com que, em todos os tempos, se tem defrontado o homem, nenhum jamais houve mais cheio de gravidade, nem mais prenhe de mistério do que o problema da morte." "... não há, nem atualmente, nem potencialmente, uma estrutura última. As estruturas sucedem-se, no curso infinito do tempo, nascendo e morrendo, morrendo e renascendo, em níveis cada vez mais altos, numa ininterrupta progressão evolutiva, que levará o ser às suas profundidades interiores, para lá, sempre para lá de todos os limites concebíveis."

A Grande Revolução (A Revolução da Educação). Discurso de Paraninfo, publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, em maio de 1973. "Toda a nossa experiência de vida nos tem mostrado que só uma Educação à base de Amor poderá deflagar a Grande Revolução, que virá arrancar o mundo do tremendo caos em que se submerge."

O Sexo dos Espíritos. Publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, em data não confirmada. Trabalho fundamentado em Anaxágoras de Clazômenas, frag. 2 a: "O visível é uma visão do invisível." "Dentro de ampla perspectiva da evolução, parece-nos lícito interpretar, como exteriorização da íntima bipolaridade do ser, todo esse longo processo que vai do instante em que, no remoto passado, se bifurcou a linha do desenvolvimento biopsíquico, com a diferenciação sexual dos seres em masculino e feminino, até o momento em que, no futuro distante, se dará a fusão dos sexos."

Da Supremacia do Amor. Artigo publicado, todavia, sem confirmação do nome do jornal e da data. "Amar é, assim, em última análise, elevar-se à dignidade de Deus, porque, em essência, Deus é Amor!"

O Controle da Natalidade. Publicado no "Mundo Espírita", Curitiba, em data não confirmada. O autor submete à consideração dos estudiosos espíritas um questionário para debater a questão do controle da natalidade. Questão 12: "Enfim, como interpretar o preceito bíblico: "Crescei e multiplicai-vos"? Não estaria aí uma norma para o nosso comportamento? Em primeiro lugar, importa CRESCER e, em segundo lugar, MULTIPLICAR. Ora, CRESCER é uma projeção em sentido VERTICAL, um processo de valor qualitativo e, portanto, espiritual; MULTIPLICAR é uma projeção em sentido HORIZONTAL, um processo de valor quantitativo e, portanto, material."

A Cremação de Cadáveres. Artigo publicado, contudo, sem confirmação do nome e da data do jornal. Trabalho baseado na lição que se contém na máxima latina: Talis vita, finis ita (Tal vida, tal morte). "Para os que mentalizaram no espírito seu centro de vida, a morte não passa de simples transição, sem maiores perturbações, entre duas formas de existência." "Mas, para aqueles que, gravitando na órbita dos sentidos, mentalizaram no corpo seu centro de vida, a morte assume aspectos verdadeiramente dramáticos. Ela os atinge em cheio, deixando-os inteiramente desnorteados."

Eu Canto. Artigo publicado no Jornal Desobsessão, No. 250, Dezembro de 1968, Belo Horizonte - MG. "Morreram em mim todos os desejos que me atormentavam no cárcere das formas transitórias. Já não me alucina a paixão da Unidade. Já não me arrebata a sedução do mistério. Já não me abrasa a sede do Infinito. Já não me aflige a nostalgia da Luz. Já não me consome a saudade de Deus. Agora, sou todo plenitude. Sou uma alma integrada na alma do Todo."

A Prece. Página publicada, também, em jornal e data não identificados. Trata-se da Prece proferida ao alvorecer do dia 19/12/63, ocasião em que eram lançadas as pedras fundamentais da obra máxima, a CIDADE DA FRATERNIDADE. "Agora, Senhor, toma-nos em Tuas santas e operosas mãos e concede-nos a graça de servir-Te, com devotamento e amor, para que amanhã, por detrás destas mesmas planuras, onde já irrompe a luz do dia, se levante o Sol glorioso que há de iluminar a consciência do mundo."

Sugestões do Natal. Artigo publicado em jornal e data ignorados. Exortação ao Cristo, é página de profunda Sabedoria e de rara Beleza. "Da manjedoura ao Calvário, sua vida foi uma seqüência de lições de beleza imortal. Ao magistério da palavra que fascina, Ele soube aliar o magistério do exemplo que edifica. Através de seus lábios divinos, fluía, eloqüente, o Verbo de Deus, que Nele se fizera carne e habitara entre nós."

Cena de Natal. Conto de Natal publicado em: "Reflexões de Natal - Segundo o pensamento de 45 colaboradores espíritas". 4a. Edição, 1988, Departamento Editorial do Instituto Maria, Juiz de Fora - Minas Gerais. Páginas 45-47.

A Propósito da Etimologia do port. romã. Artigo publicado na revista "Ensaios de Literatura e Filologia", vol. 1, do Departamento de Letras Clássicas da Faculdade de Letras da UFMG, Belo Horizonte - MG, 1978. "Ante o inconcusso testemunho dos fatos, não há como fugir à restituição da etimologia proposta, há quase dois séculos, por João de Souza. É evidente, pois, que o port. romã só pode proceder do ár. rummãn e, como tal, nada tem a ver com o lat. romana (scil. mala), como, aliás, já o haviam notado Nimer e Corominas."

Origens do Léxico Português: Revisão crítica dos Dicionários Etimológicos da Língua Portuguesa com vistas à Etimologia, Ortografia, Ortofonia e Lexiogenia. Crítica dos três principais dicionários etimológicos da língua portuguesa de autoria de Antenor Nascentes, José Pedro Machado e Francisco da Silveira Bueno. Rubens Costa Romanelli incluía, tão-somente, vocábulos de etimologia duvidosa proposta por um dos três lexicógrafos. Sua obra, de vasto plano geral, incluía os seguintes étimos e hibridismos:

- Étimos Indo-Europeus: Vocábulos de origem indo-iraniana: Do Ramo Índico: Sânscrito e Neo-Árico; Do Ramo Iraniano: Avéstico e Persa; Vocábulos de origem grega; Vocábulos de origem latina e românica; Vocábulos de origem céltica; Vocábulos de origem germânica; Vocábulos de origem eslávica; Vocábulos indo-europeus de outras origens;

- Étimos Câmito-Semíticos: Vocábulos de origem árabe; Vocábulos de origem hebraica, aramaica, acádica, etc;

- Étimos Dravídicos: Vocábulos de origem tamúlica; Vocábulos de origem malaiala; Vocábulos dravídicos de outras origens;

- Étimos Uralo-Altaicos: Vocábulos de origem turca; Vocábulos de origem japonesa; Vocábulos uralo-altaicos de outras origens;

- Étimos de Outras Famílias Lingüísticas: Vocábulos de origem malaica; Vocábulos de origem chinesa; Vocábulos de outras origens;

- Hibridismos: Compostos de elementos gregos e latinos; Compostos cujos elementos são de outras origens.

Ninguém há de duvidar que Rubens C. Romanelli precisaria de uma longevidade intelectivamente fértil. Ao falecer, deixou-nos tal obra inacabada. Consta dos seus papéis que o Mestre concluiu, do item Étimos Indo-Europeus, o sub-item Vocábulos de origem indo-iraniana, divididos em dois Ramos: o Índico (Sânscrito e Neo-Árico) e o Iraniano (Avéstico e Persa), o primeiro Ramo datilografado em 55 laudas em espaço duplo e o segundo em 47 laudas, também em espaço duplo, e o sub-ítem Vocábulos de origem grega, que pesquisou até o verbete ISÓPODO. Esta parte do trabalho foi datilografada em 62 laudas, espaço duplo. Releva lembrar que Rubens Costa Romanelli datilografava, ele mesmo, os resultados das pesquisas, tal era sua preocupação no sentido de que tudo ficasse o menos imperfeito possível, e, por força de ética e elegância, ninguém co-participasse de seus erros.

À guisa de exemplo, transcrevemos, na íntegra, o verbete AÇÚCAR:

AÇÚCAR sm. Substância doce que se extrai de vegetais, especialmente da cana chamada de açúcar e da beterraba, assim como de certas secreções animais.

1. Nascentes: "Do sânsc. çarkara 'grãos de areia', prácrito sakkar através do ár. as-sukkar. 2. Machado: "Do ár. as-sukkar, por sua vez do gr. sákchar ou sákcharon." 3. Bueno: "Ár. sukkar que é o sânscrito sárkara e na forma vulgar do prácrito sakkara."

O vocábulo não foi tomado pelo árabe ao prácrito, como pretendem Nascentes e Bueno, nem ao grego, como quer Machado (que aliás transcreve incorretamente o grego sakcar, por sákchar em vez de sákkhar ou, menos bem, sácchar), mas ao novo persa sákar, que o tomou ao prácrito sakkara 'areia, cascalho' e este, ao scr. sarkara (cf. o gr. krókê 'seixo, calhau') 'areão, saibro, cascalho', donde 'açúcar cristal'. Por outro lado, o g. sákkhar, sákkharon (>lat. saccharum) não proveio do prácrito, mas do páli sakkara. É etimologicamente injustificável, como se vê, a grafia portuguesa com /ç/, instituída pelo acordo ortográfico luso-brasileiro. Deveria, pois, ser restabelecida a grafia antiga, assúcar, por ser a única compatível com a grafia do étimo imediato da palavra, o ár. 'assukkar (<'al-sukkar), que foi a última língua interferente na veiculação da palavra para o português. Cf. Schrader-Nehring RIAL II 705-706, Nimer IOLP n° 65, Frisk GEW II 672-673, Mayrhofer KEWA III 308 e Turner CDIAL n° 12337.

* Excerto de CRÔNICA: "Rubens Costa Romanelli, sábio e virtuoso" de Fidélis Chamone Jorge, In: "Ensaios de Literatura e Filologia" No. 4, Publicações do Departamento de Letras Clássicas da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (1983/1984).

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